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Querido e amado Pantufa

    Meu querido e muito amado cachorro de estimação,    Por saber que você é  um raríssimo cão que sente imenso prazer pela leitura , decidi desabafar meus sentimentos em relação a um certo costume seu atráves desta carta.     O fato é que me entristeço ao vê-lo rosnar em frente ao pote de ração quando percebe que estou perto do mesmo. Me entristeço ao ver que você, meu lindo "au-au", pense que quero roubar teu alimento. Ora, acredite! Eu não quero e nunca vou querer tua ração!     Veja bem, sei que existem pessoas que "gostam" de ração canina mas você deveria saber que não sou uma delas. Você me conhece a tanto tempo, desde que eu tinha cinco anos, já fazem dez anos que somos "irmãos"!     Embora ambos gostemos de algumas mesmas coisas, como a minha cama e minha mãe, nosso gosto culinário é um tanto diferente: gosto de beber o suco da laranja e você adora ser presenteado com o bagaço; adoro o me...

Feliz ano novo!

Embora eu tenha deixado o natal passar batido pelo motivo que estou tentando descobrir(talvez a pressa com a limpeza da casa), vim desejar um feliz, feliz, feliz, feliz, feliz, feliz ano novo para todos vocês! Quero agradecer aos comentários do post anterior , porque nunca em toda a história do blog eu havia recebido tantos comentários, nem mesmo  no meu texto predileto ! E estou híper mega feliz também pelos novos seguidores! *¬* Um beijão para todos vocês ( novos&velhos seguidores ), e até o próximo post(assim que as ideias me fizerem uma visita)!  Irmã caçula na casa da tia, achei que o sorriso tivesse algo a ver com o "feliz, feliz, feliz"! P.S.: Quem quiser, dá uma passadinha lá no meu twitte r  e no meu formspring (sem perguntas até agora)!

Se todos soubessem voar

Se todos soubessem voar, eu ia acabar andando a pé mesmo, já que o medo de altura não me permitiria ficar a mais de 15cm do chão. Iriam haver congestionamentos em vários pontos do céu, já que deitados ocupamos um espaço maior; seriam criadas faixas diferentes para os aviões, pessoas e aves (mas estas sempre invadiriam as outras faixas); depois de muito pesquisar, nós criaríamos faróis que seriam mantidos no ar por máquinas semelhantes a helicópteros. Pensando bem, se todos soubessem voar, não iríamos mais precisar de aviões, nem de pilotos, aeromoças e os outros funcionários que contribuem para que esse enorme pedaço de metal possa voar e nos transportar com segurança e conforto. Seria um enorme problema essa história de todos saberem voar. O desemprego iria aumentar, humanos se chocariam com aves, e ninguém mais iria querer andar quando estivesse fora de casa, exceto aqueles que por medo de altura, jamais iriam querer voar. No fim deste texto, c...

Sabe AQUELE quadradinho?

Estive pensando durante uma prova: o mais difícil é responder as questões ou pintar aqueles "quadradinhos" com a caneta?  Além de não poder olhar para os lados com medo de que imaginem que estamos colando e ficarmos com dor no pescoço de tanto olhar para baixo, ainda temos que preencher aqueles torturantes "quadradinhos" no fim da prova! Isso enquanto "brigamos" com a pessoa da carteira de trás que insiste em invadir o nosso espaço embaixo da cadeira. Colocamos os pés para trás e a pessoa estica os pés para frente. Encontro de pés. Ao sentirmos os pés da outra pessoa, sentamos corretamente, sem esticar ou colocar as pernas embaixo da cadeira. É impressionante como os avisos impressos na folha do gabarito fazem eco em nossas mentes, algo como: Preencha CORRETAMENTE os quadradinhos. NÃO RASURE. NÃO RASURE. NÃO RASURE. NÃO ERRE. NÃO ERRE. NÃO ERRE! A preocupação é tão grande que os riscos de errarmos no preenchimento do quadrado são altas. ...

O mistério do cartão telefônico

Quantas vezes nos deparamos com um cartão telefônico na calçada ou no meio da rua? Ora, ao menos uma vez na vida você já viu um cartão telefônico abandonado, solitário, pedindo para que alguém o tire do meio da calçada! Foi exatamente esta a cena que vi hoje ao voltar para a casa. Um telefone público na calçada e no chão, perto dele, um cartão telefônico dobrado ao meio, amassado e abandonado... Comecei a pensar sobre as razões que poderiam ter levado o dono do cartão a deixá-lo na calçada... Teria ele tentado usar o cartão várias vezes e ao perceber que o coitado não tinha mais crédito foi tomado pela raiva e o amassou, dobrou e o jogou no chão para que nunca mais o visse? Teria ele deixado o cartão cair do bolso sem perceber? Teria ele percebido que os créditos haviam acabado e resolvido jogar o cartão no meio da rua sem paciência para esperar até a chegada em sua casa para assim jogá-lo no lixo? Teria ele tido uma briga pelo telefone e descontado a raiva na primeira...

O dia em que quase fiquei rouca

As vezes penso: os jogadores poderiam ter algum tipo de compaixão, solidariedade ou dó da minúscula torcida notória daquele fraco time atualmente perdedor? Como é costume em várias outras escolas, houve um campeonato entre as classes do período da manhã em minha escola neste mês de novembro; me empolguei em contar para vocês o resultado. Foram dadas notas para as decorações das salas. Nossa nota? 6,0. Nos pediram para criar um grito de guerra. Nosso grito de guerra? Digamos que ele seja um tanto diferente e talvez por isso não foi cantado por nossa imensa torcida de sete ou oito pessoas no momento do jogo. "Ã, ã, ã! Eu como croaçã!" A autora do grito de guerra? Bel, a baixinha querida por muita gente. Como em todo jogo, tivemos uma pontuação final. O número de gols feitos por nós? Apenas um, conquistado com muita garra, esforço e dedicação em um penalti seguido por duas tentativas frustradas de gol na mesma situação. O time adversário também marcou gol....

As rádios pensam em todos!

Estava eu, conversando com minha irmã as duas da madrugada quando ela me chamou para escutar uma música na rádio (que estava  curiosamente com uma boa transmissão), e quando cheguei perto dela a música já havia terminado! Foi ai que percebi o quanto as rádios se preocupam com seus ouvintes! Quem gosta da música não deixa de ouvi-la e quem não gosta a ouve por pouco tempo, diminuindo a tortura de quem tem preguiça de mudar de estação ou está com o botão do aparelho quebrado! Ora, ora... como não percebi isso antes?