Pular para o conteúdo principal

Oi, preciso te contar: eu voltei!

    E hoje, após meses desde que "fechei" o blog, eu voltei. Acontece que eu selecionei a opção que permite que apenas eu visualize o blog e fui fazer outras coisas da vida, ler os textos que fazem parte da bibliografia obrigatória do meu curso, por exemplo. Namorar, assistir televisão, conversar com meus irmãos, amigos, olhar o teto, observar a lua com e sem óculos, preocupar-me com o fato de que Marley & Eu me tocou tanto pela razão de que meu cachorro (ah, vocês já leram sobre ele, o Pantufa), já tem bem os seus 14 anos.

    Mas sabe, talvez eu tenha ficado com vergonha. A gente muda com o tempo, né? É, eu sei, a gente muda.  De pouco em pouco pequenas coisas vão ficando para trás. Percebi que talvez o que eu escrevi há tempos não me correspondesse mais, ou algo assim. Mas ao mesmo tempo ainda era eu, por isso preservei os textos. Não sei, precisava fechar esse espaço só pra mim. E hoje reabri. Não que eu esteja esperando um número super alto de visitas e comentários, afinal, não é o Facebook. 

    Às vezes fico lembrando de quando comecei a escrever, dos meus textos nada a ver. Poxa, meu bloguinho tem uns bons anos, vai! Era a febre dos blogs, praticamente todos tinham um. Lembro-me que só decidi criar o Quase Sem Ideias depois de ler o blog da Jade, o Realidades Utópicas. Não sei, me inspirou.

   Agora vou dormir, porque esse post e essa volta é uma daquelas coisas que se faz de madrugada, de repente, sem saber bem o porquê. Uma daquelas coisas que a gente só faz e espera pra ver.

Um beijo,
Isa

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O lado ruim do carnaval

Confesso que não sou fã de carnaval e não quero mudar a idéia de ninguém, mas como estou vivendo minha tortura anual... vou compartilhar com vocês o lado ruim do carnaval!

1º Programação na televisão: não sei se na "tv paga" também, mas na aberta a programação fica horrível, só se fala de carnaval, dia e noite. Isso é uma verdadeira tortura pra quem não gosta.

2º Perigo nas ruas: o perigo sempre está por ai, mas no carnaval piora, acredite em mim. Brigam com pessoas por ai por nada, espancam jovens, batendo no corpo e principalmente na cabeça, o que pode deixar seqüelas gravíssimas e até levar a óbito.

3º Desrespeito: muitas pessoas tacam lama nos ônibus com janelas abertas e outros resolvem molhar pedestres por ai, sim, eu sei que fazem isso o ano todo, mas no carnaval piora.

4º Bobos na rua: acho que ninguém gosta de quando te dão aquele susto com "bombinhas" e outras coisas toda hora.

Achei que minha listinha ia ficar maior... ah, lembrei! Não é legal pra mim ficar …

Esta data

Esta data sempre me trará lembranças daquela noite e essas lembranças sempre me trarão a sensação de que foi ontem que tudo aconteceu. Datas têm o poder de nos fazer lembrar e as lembranças nos transportam no tempo. Eu sei, tudo muda, a vida segue. O modo como lidamos com o que sentimos também muda e as emoções que determinadas lembranças nos trazem também. Antes era apenas dor, a dor virou saudade, a saudade virou amor e gratidão. Tem coisa melhor do que sentir amor por alguém? Do que ser grato por ter sido tocado por uma vida? Eu sei, queremos eternizar tudo o que é bom, queremos prender, jamais deixar partir, mas isto não está em nossas mãos e apesar de não podermos segurar em nossas mãos aquilo que não queremos perder, depois de um tempo o que fica é a alegria de poder ao menos ter tido a presença de algo tão importante em nossas vidas.
Isabela C. Santos

8 anos

Em oito anos muita coisa pode mudar: o modo de ver a vida, o modo de falar sobre a vida, os assuntos relevantes, as pessoas importantes, os relacionamentos, o modo como nos colocamos diante dos outros, a visão sobre nós mesmos, o conhecimento que possuímos sobre nossos sentimentos... E isso é só o começo.
Em oito anos podemos passar por muitas reviravoltas, ou simplesmente (com muita luta), seguir nossos planos. Podemos, quase que de repente, dar-nos conta do que queremos para nossas vidas e nos ver em um lugar que jamais sonhamos. Talvez o novo lugar contribua para que mudemos a nossa visão de mundo, force-nos a sair da zona de conforto e quebrar um muro para podermos falar com os outros. Pode ser que "os outros" tornem-se "amigos".
Em oito anos, as reticências podem sumir e dar lugar ao nome do amor da sua vida. Pode ser que, coincidentemente, seja aquele seu amigo de infância. Amigo que antes a timidez não permitia nem mesmo chegar perto. Talvez os planos que u…