Nem sempre

Talvez eu nunca compreenda de fato como o início do ano, as confraternizações, as viagens e os novos lugares podem nos dar essa sensação de recomeço, de esperança. Talvez eu não compreenda exatamente como as pausas podem nos fazer continuar. Talvez eu não entenda com detalhe muitas coisas, mas meu bem, talvez não seja necessário compreender cada detalhe para a vida fazer sentido. A beleza de uma árvore não deixa de existir porque não sei ao certo como ela se formou, tampouco um morango deixa de ser saboroso pela mesma razão. Nem sempre é preciso conhecer os detalhes. Nem sempre.

Isabela C. Santos

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