Pular para o conteúdo principal

Oh! Meu cachorro Pantufa, por aqui outra vez?

   Querido e amado Pantufa, sei que já lhe escrevi uma carta e também sei que a mesma iniciava-se da mesma forma, mas o que fazer nos momentos em que a criatividade decide esconder-se? Você deve saber, descobriu como esconder sua comida! Embora você não tenha lembrado que cobrir o pote de ração com o tapete não faz desaparecer o volume.

   Embora possa parecer que minha intenção é que você me ajude de alguma forma, eu quero lhe ajudar. Preciso lhe avisar: envenenaram a Kiara. Ora, você deve ter imaginado que os cinco filhotes miam tanto por alguma razão. Siga as recomendações a seguir:
  • Não confie em estranhos;
  • Não aceite comida que não seja oferecida por mim, pela MINHA mãe, MEU pai ou MEUS irmãos (você deixa transparecer que acredita que a mãe é SUA, o pai é SEU e os meus irmãos são SEUS);
  • Se algum alimento surgir no quintal não o coma, já te expliquei que não chove comida;
    Lembre-se querido ''au-au'', sou cinco anos mais velha que você, ouça o que os idosos têm a dizer, não despreze os avisos, pois quando há aviso há perigo!

Carinhos na orelha, 
Isabela C. Santos

P.S: Você sabe que o caso da Kiara é real.
P.P.S.: Os gatinhos estão miando.
P.P.P.S.: Não se zangue por sua "semi-cama" estar sendo utilizada pelos gatinhos, eles são bebês e você já é bem crescidinho!

Comentários

Gabriella disse…
HAHA' Ai Isa, você não existe!

O Pantu, seu lindo cachorrinho, não sabe ler! Acho melhor você se conformar... e.ê

Postagens mais visitadas deste blog

O lado ruim do carnaval

Confesso que não sou fã de carnaval e não quero mudar a idéia de ninguém, mas como estou vivendo minha tortura anual... vou compartilhar com vocês o lado ruim do carnaval!

1º Programação na televisão: não sei se na "tv paga" também, mas na aberta a programação fica horrível, só se fala de carnaval, dia e noite. Isso é uma verdadeira tortura pra quem não gosta.

2º Perigo nas ruas: o perigo sempre está por ai, mas no carnaval piora, acredite em mim. Brigam com pessoas por ai por nada, espancam jovens, batendo no corpo e principalmente na cabeça, o que pode deixar seqüelas gravíssimas e até levar a óbito.

3º Desrespeito: muitas pessoas tacam lama nos ônibus com janelas abertas e outros resolvem molhar pedestres por ai, sim, eu sei que fazem isso o ano todo, mas no carnaval piora.

4º Bobos na rua: acho que ninguém gosta de quando te dão aquele susto com "bombinhas" e outras coisas toda hora.

Achei que minha listinha ia ficar maior... ah, lembrei! Não é legal pra mim ficar …

Esta data

Esta data sempre me trará lembranças daquela noite e essas lembranças sempre me trarão a sensação de que foi ontem que tudo aconteceu. Datas têm o poder de nos fazer lembrar e as lembranças nos transportam no tempo. Eu sei, tudo muda, a vida segue. O modo como lidamos com o que sentimos também muda e as emoções que determinadas lembranças nos trazem também. Antes era apenas dor, a dor virou saudade, a saudade virou amor e gratidão. Tem coisa melhor do que sentir amor por alguém? Do que ser grato por ter sido tocado por uma vida? Eu sei, queremos eternizar tudo o que é bom, queremos prender, jamais deixar partir, mas isto não está em nossas mãos e apesar de não podermos segurar em nossas mãos aquilo que não queremos perder, depois de um tempo o que fica é a alegria de poder ao menos ter tido a presença de algo tão importante em nossas vidas.
Isabela C. Santos

8 anos

Em oito anos muita coisa pode mudar: o modo de ver a vida, o modo de falar sobre a vida, os assuntos relevantes, as pessoas importantes, os relacionamentos, o modo como nos colocamos diante dos outros, a visão sobre nós mesmos, o conhecimento que possuímos sobre nossos sentimentos... E isso é só o começo.
Em oito anos podemos passar por muitas reviravoltas, ou simplesmente (com muita luta), seguir nossos planos. Podemos, quase que de repente, dar-nos conta do que queremos para nossas vidas e nos ver em um lugar que jamais sonhamos. Talvez o novo lugar contribua para que mudemos a nossa visão de mundo, force-nos a sair da zona de conforto e quebrar um muro para podermos falar com os outros. Pode ser que "os outros" tornem-se "amigos".
Em oito anos, as reticências podem sumir e dar lugar ao nome do amor da sua vida. Pode ser que, coincidentemente, seja aquele seu amigo de infância. Amigo que antes a timidez não permitia nem mesmo chegar perto. Talvez os planos que u…